quinta-feira, 16 de outubro de 2014

NOTÍCIAS: Com 200 obras, mostra de Salvador Dali chega a SP



Figuras tumbadas en la arenaFecha 
obra: 1926
Técnica: Óleo sobre madeira
Dimensões: 20.70 x 27.30 x 0.70 cm



Depois do sucesso de público na temporada do Rio, a exposição do artistas surrealista Salvador Dalí (1904-1989) chega a São Paulo com cerca de 200 obras neste sábado (18) e abre para visitação do público no domingo, no Instituto Tomie Ohtake, em Pinheiros.

Além dos trabalhos apresentados no Rio, a temporada paulista conta com sete obras novas, em substituição a algumas da coleção do Museu Salvador Dalí, nos Estados Unidos: cinco vindas da Fundação Gala-Salvador Dalí e duas do Museu Reina Sofia.

Ao todo são 24 pinturas, 135 trabalhos entre desenhos e gravuras, 40 documentos, 15 fotografias e quatro filmes, que cobrem um período desde os anos 1920 até os últimos trabalhos.


VEJA A NOTÍCIA COMPLETA EM: http://guia.uol.com.br/sao-paulo/exposicoes/noticias/2014/10/16/com-200-obras-mostra-de-salvador-dali-chega-a-sp-veja-cinco-curiosidades.htm

Serviço

Exposição
: Salvador Dalí
Quando: Inauguração: dia 18 de outubro de 2014, das 11h às 15h.
Visitação: 19 de outubro de 2014 a 11 de janeiro de 2015. De terça a domingo, das 11h às 20h
Onde: Instituto Tomie Ohtake - Av. Faria Lima 201 (Entrada pela Rua Coropés 88) – Pinheiros. Metrô mais próximo - Estação Faria Lima/Linha 4 – amarela
Quanto: Entrada gratuita por sistema de senhas.
Distribuição das 10h às 18h (terça a domingo) na entrada do Instituto Tomie Ohtake; no máximo duas senhas por pessoa, com opção a três horários de visitação, 11h, 14h e 17h, e somente para o dia em que forem retiradas; última entrada, às 18h.
Mais informações: (11) 2245 1900.



terça-feira, 14 de outubro de 2014

A Noite Estrelada


Autor: Vincent van Gogh
Data: 1889
Técnica: óleo em tela
Dimensões: 73,66 cm × 92,08 cm
Localização: Museu de Arte Moderna, Nova York



A Noite Estrelada é uma pintura de Vincent van Gogh feita em 1889 com a utilização da técnica óleo sobre tela e que tem dimensões de 73,66 x 92,08 centímetros. O artista de origem holandesa fazia parte da escola pós-impressionista e criou a obra quando tinha 37 anos, época e que se encontrava em um asilo localizado em Saint-Rémy-de-Provence (comuna francesa), onde produziu mais de 150 quadros. A tela pode ser vista no Museu de Arte Moderna de Nova York (EUA).

O quadro A Noite Estrelada foi criado com elementos da memória de Van Gogh, sendo que a maioria de suas obras foi pintada com a observação de paisagens. Enquanto esteve no asilo, o artista holandês dedicou-se à pintura das paisagens que viu em Provence. Naquele período, o pintor rompeu com sua fase impressionista, apresentando um estilo bastante característico, em que predominam fortes tons primários como o amarelo, que tinha significados próprios para Van Gogh.

O pintor levou três noites para terminar A Noite Estrelada. No quadro, observa-se uma paisagem que faz uma metamorfose de elementos reais com as memórias de Van Gogh, como uma típica igreja da Holanda. Uma das características marcantes da obra é a diferença entre o céu turbulento e cheio de curvas e a tranquilidade do vilarejo. "A noite é muito mais viva e colorida do que o dia", disse o pintor sobre a obra.




Fonte:http://www.infoescola.com/pintura/a-noite-estrelada/

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

NOTICÍAS: Arte das cavernas existia na Ásia há 40.000 anos, revela 'Nature'

Estudo revela que pinturas da ilha Sulawesi, na Indonésia, são tão antigas quanto a arte rupestre europeia, contestando a tese de que ela teria surgido no Ocidente.


A arte das cavernas asiáticas tem 40.000 anos e é tão antiga quanto a europeia, revela um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Nature. A descoberta contesta a tese aceita até o momento de que essa arte teria surgido na Europa.


"Nosso estudo demonstra que, quase ao mesmo tempo, havia homens do outro lado do mundo que faziam pinturas de animais tão notáveis como as das grutas da França ou da Espanha durante a Era Glacial", diz o arqueólogo Maxime Aubert, da Universidade de Griffith, na Austrália, um dos autores da pesquisa.





CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Pleistocene cave art from Sulawesi, Indonesia

Onde foi divulgada: revista Nature

Quem fez: M. Aubert, A. Brumm, M. Ramli, T. Sutikna, E. W. Saptomo, B. Hakim, M. J. Morwood, G. D. van den Bergh, L. Kinsley e A. Dosseton

Instituição: Universidade de Griffith e Universidade Universidade de Wollongong, Austrália, Centro Nacional de Arqueologia, Indonésia e outras

Resultado: Os pesquisadores dataram pinturas das cavernas da ilha Sulawesi, na Indonésia, entre 39.900 anos e 17.400 anos, mostrando que esse tipo de arte é tão antiga quanto a europeia.




FONTE: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/arte-das-cavernas-ja-existia-na-asia-ha-40-000-anos-revela-nature

Notícias: Arte como forma de libertação




Meera Hashimoto´s painting



No Espaço O Povo de Cultura & Arte, será lançados hoje (10/10/14) duas publicações sobre o universo artístico. Um deles, sobre a pintora Meera Hashimoto.
Em outubro de 2012, a pintora japonesa Meera Hashimoto realizou a oficina Vivência e Sensibilização da Expressão Criativa, em Fortaleza, que tinha como proposta a pintura como base para o autoconhecimento.


Foram duas sessões: uma com crianças atendidas pela Associação Peter Pan (APP) e outra com cerca de 40 artistas locais. A maioria destes artistas foi contemplada com perfis escritos pela curadora e crítica de arte Cecilia Bedê e pela jornalista Júlia Lopes. O resultado pode ser conferido no livro Perfis de Artistas Cearenses, que ainda conta com imagens do fotógrafo Roberto Kennedy.



O Espaço O POVO de Cultura e Arte sedia o lançamento deste e o (Re) Despertar da Criatividade, de Meera Hashimoto. Os autores dos livros estarão presentes para sessões de autógrafos e conversas com os convidados, artistas locais — incluindo os perfilados.






SERVIÇO



Lançamento do livro (Re)despertar da criatividade

Quando: Hoje, às 19 horas


Onde: Espaço O POVO de Cultura & Arte (Av. Aguanambi, 282 - Joaquim Távora).

Entrada franca.


Telefone: 3255 6172


VEJA A NOTÍCIA COMPLETA EM:  http://www.opovo.com.br/app/opovo/vidaearte/2014/10/10/noticiasjornalvidaearte,3329011/arte-como-forma-de-libertacao.shtml.


FONTE:  http://www.opovo.com.br/app/opovo/vidaearte/2014/10/10/noticiasjornalvidaearte,3329011/arte-como-forma-de-libertacao.shtml

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Barcos de Pesca









Quadro Barcos de Pesca



Pintura em tinta acrílica
Tamanho: 2,00 x 1,80
Moldura: Ouro envelhecido
Artista: Elza RT
Ano: 2014
Valor: R$ 500,00

Contato: josilene.rto@outlook.com

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Noticias: Pintura de Botticelli roubada por nazistas será leiloada na Alemanha



Um quadro de Nossa Senhora com uma criança, do artista renascentista Sandro Botticelli, identificado como arte roubada pelos nazistas, será leiloado em Colônia, na Alemanha, informou nesta quarta-feira (24) a casa de leilões Van Ham.



A pintura "Virgem com Criança, São João Batista e um Anjo", de Sandro Botticelli.





O quadro, com 87,5 centímetros de diâmetro, fez parte da ampla coleção judia Nardus, foi desapropriado em 1942 pelos nazistas e adquirido em 1943 por um colecionador em Colônia.


Veja a Noticia completa em: http://entretenimento.uol.com.br/noticias/efe/2014/09/24/pintura-de-botticelli-roubada-por-nazistas-sera-leiloada.htm

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Açude








Quadro Açude

Pintura em tinta acrílica
Tamanho: 100x80
Moldura: Mogno
Artista: Elza RT
Valor: 300,00


Contato: josilene.rto@outlook.com

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O GRITO



O grito


Autor: Edvard Munch
Data : 1893 
Técnica : Óleo sobre tela, Têmpera e Pastel sobre cartão 
Localização : Galeria Nacional, Oslo



O Grito no original Skrik (1893) - O quadro mais célebre do norueguês Edvard Munch. E também o mais visado pelos ladrões de obras de arte.



O cenário de "O Grito"

Em 2005, a historiadora da arte Sue Pridaux disse ter identificado a paisagem que inspirou Edvard Munch a pintar o seu quadro mais célebre, "O Grito". Segundo a pesquisadora, a paisagem que se vê no fundo da tela seria composta pelas montanhas de Kristiania, a atual Oslo, observadas de Ekeberg, onde ficava o hospital psiquiátrico em que a irmã mais nova do artista, Laura, teria ficado internada sob o diagnóstico de esquizofrenia. Perto do local, havia também um matadouro. Segundo a historiadora, os gritos dos animais na hora da morte, combinados com o dos loucos do asilo, é o que teriam



O grito, segundo Munch

O próprio Edvard Munch deixou um pequeno texto em que fala sobre a experiência que resultou em "O Grito": ""Passeava pela estrada com dois amigos, olhando o pôr-do-sol, quando o céu de repente se tornou vermelho como sangue. Parei, recostei-me na cerca, extremamente cansado - sobre o fiorde preto azulado e a cidade estendiam-se sangue e línguas de fogo. Meus amigos foram andando e eu fiquei, tremendo de medo - podia sentir um grito infinito atravessando a paisagem".
Pânico
O quadro "O Grito" se transformou, ao longo dos anos, em um ícone da cultura pop. No trhiller Pânico, por exemplo, que tem roteiro de Kevin Williamson e foi dirigido por Wes Craven, um assassino persegue um grupo de adolescentes. No filme original e em suas continuações, o vilão esconde sua identidade por trás de uma máscara branca, inspirada no famoso quadro de Munch.


Os Roubos



Em 12 de Fevereiro de 1994, O Grito da Galeria Nacional de Oslo foi roubado em pleno dia, por um conjunto de ladrões que se deu ao trabalho de deixar uma mensagem que dizia: Obrigado pela falta de segurança. Três meses depois, os assaltantes enviaram um pedido de resgate ao governo norueguês, exigindo um resgate no valor de um milhão de dólares americanos. As entidades norueguesas recusaram a exigência e pouco depois, a 7 de Maio, o quadro foi recuperado numa ação conjunta da polícia local com a Scotland Yard.


Em agosto de 2004, dois dos mais valiosos quadros de Edvard Munch, "Madonna" e "O Grito", foram roubados do Museu Munch, em Oslo. As duas telas, juntas, estão avaliadas em cerca de 98,6 milhões de dólares e foram localizadas dois anos depois, em agosto de 2006, em circunstâncias até hoje ainda não esclarecidas. O quadro "O Grito", do qual existem cerca de quatro versões, apresentava algumas manchas de umidade, além de fendas e buracos na tela.



Fontes: COLEÇÃO FOLHA GRANDES MESTRES DA PINTURA - Munch.

http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Grito_(pintura)

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Peras - Natureza Morta




Quadro Peras


Tamanho: 100 x 90
Pintura em tinta acrílica
Moldura: Ouro envelhecido
Ano: 2013
Artista: Elza RT
Valor: R$ 290,00


Contato: josilene.rto@outlook.com

O PÔR DO SOL



Quadro O Pôr do Sol

Tamanho: 1,00 x 70
Pintura em tinta acrílica
Moldura: Mogno
Ano: 2012
Artista: Elza RT
Valor: 300,00

Contato: josilene.rto@outlook.com


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Orquideas Moradas


Quadro Orquideas Moradas

Pintura em tinta acrílica
Tamanho: 1,80 x 1,00
Painel
Ano: 2013
Artista: Elza RT
Valor: R$ 300,00

Contato: josilene.rto@outlook.com

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Noticias: Fotógrafa faz leitura atual das obras-primas de Caravaggio









“Ceia em Emaús” na versão da fotógrafa e o original





As pinturas barrocas do mestre Caravaggio ganharam releitura moderna pelas lentes da ex-modelo e fotógrafa Mônica Silva. Morando há 30 anos na Itália, ela abre em São Paulo, nesta segunda-feira, a exposição “Lux et Filum”, que surgiu da indagação de como Caravaggio pintaria os seus personagens nos dias de hoje. As sete obra-primas reinterpretadas são “Medusa”, “Baco”, “Os Músicos”, “São Jerônimo escritor”, “Narciso”, “Ceia em Emaús” e “Cesta de Frutas”. A exposição abre nesta segunda-feira. Moderno, não? - Veja notica completa em : http://glamurama.uol.com.br/fotografa-faz-leitura-atual-das-obras-primas-de-caravaggio/


“Baco” na versão moderna e original


Fonte: http://glamurama.uol.com.br/fotografa-faz-leitura-atual-das-obras-primas-de-caravaggio/


"Lux et Filum, uma visão contemporânea de Caravaggio”
Nos dias 15 e 16 de setembro, das 09 às 18 hs
Casa Petra, Av. Aratãs, 1010, Moema, São Paulo, entrada gratuita

Araras Vermelhas









Quadro Araras Vermelhas

Pintura em tinta acrílica
Tamanho: 80x60
Ano: 2014
Painel
Artista: Elza RT
Valor: R$ 200,00


Contato josilene.rto@outlook.com





Guernica






Guernica

Dimensões: 350x782

Ano: 1937

Localização: Pavilhão da Exposição Internacional de Paris

Tela em tinta óleo

Artista: Pablo Picasso




Guernica - a trágica e clássica obra do pintor cubista Pablo Picasso – nasceu das impressões causadas no artista pela visão de fotos retratando as consequências do intenso bombardeio sofrido pela cidade de Guernica, anteriormente capital basca, durante a Guerra Civil Espanhola, em 26 de abril de 1937.

Este painel, produzido em 1937, é então exposto em um pavilhão da Exposição Internacional de Paris, no espaço reservado à República Espanhola. Este trabalho é grandioso, em todos os sentidos, tanto na catástrofe bélica que reproduz, quanto no seu tamanho, pois ele mede 350 por 782 cm. Elaborado em tela pintada a óleo, é um símbolo doloroso do terror que pode ser produzido pelas guerras.

Esta obra universal traz em si o impacto provocado por todo e qualquer confronto bélico, não só o vivenciado pelos habitantes de Guernica, destruída pela mortífera aviação alemã comandada pelo nazista Adolf Hitler, aliado do ditador espanhol Francisco Franco. Diretamente atingido pela visão desta violência sem igual, Picasso leva um mês e alguns poucos dias a mais para produzir sua obra-prima, que é concebida depois de não menos que 45 estudos anteriores.

Imediatamente este trabalho assume o caráter de representante artístico universal na condenação deste ato selvagem. As imagens que emanam desta tela transcendem os próprios fatos, alcançando, quase profeticamente, futuros embates que, hoje, se traduzem em guerras que pipocam aqui e ali em áreas que chegam a atuar como cobaias para que novos armamentos sejam testados, principalmente os eficazes bombardeios de saturação.

Picasso concebeu sua obra em preto e branco, com alguns traços amarelados, traduzindo assim os intensos sentimentos que o abalaram na destruição de Guernica, sua rejeição a tamanha violência. Sem dúvida nenhuma constituída em estilo cubista, o pintor nela reproduz o povo, os animais e as construções atingidas pelo bombardeio.

A própria recorrência ao recurso conhecido como ‘collage’ evidencia as intenções emocionais do artista. Ele não cola simplesmente as imagens na tela, mas as pinta, simulando o ato da colagem. Assim ele tece um espaço renovado e original, não obtido por meio de técnicas ilusórias, mas sim pela justaposição de imagens cortadas na perspectiva plana, em tonalidades pretas e cinzas, perpassadas por luzes brancas e amarelas, atingindo a impressão de uma falta completa de cores, que aqui lembram sem dúvida a morte.

O pintor representa em Guernica, com certeza, a dissolução da existência, que se resume a fragmentos, a transformações na anatomia dos seres retratados, de certa forma irreais, mas que ao mesmo tempo transmitem o absurdo significado ou a absoluta falta de sentido da realidade gerada pela guerra.

Este painel, que hoje está exposto no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madri, ainda transmite todo terror vivenciado por Picasso e seus contemporâneos durante a Guerra Civil Espanhola. E clama pela construção de um mundo renovado, tecido pela presença constante da paz e da tolerância. Esta obra será eternamente o símbolo da destruição que o Homem pode perpetrar, mas também de seu potencial para o entendimento e a convivência com o Outro.


Fonte: http://www.infoescola.com/pintura/guernica/

O Caminho






Quadro O Caminho
Pintura em tinta acrílica
Tamanho: 80x60
Ano: 2010
Moldura: Mogno com dourado
Artista: Elza RT
Valor: R$ 250,00


Contato:
josilene.rto@outlook.com


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Livros sobre Arte que vale a pena ler...




Livro - História Social da Arte - A Pintura da Vida Moderna: Paris na Arte de Manet e de Seus Seguidores - T. J. Clark







A pintura da vida moderna, publicado originalmente em 1984, é considerado um feito marcante para a tradição da história social da arte. As análises de T. J. Clark empreendem uma tarefa crítica singular: conferem às obras de arte estatuto de objeto privilegiado para surpreender, na sua composição formal, o tecido das relações históricas e sociais.
O autor persegue as marcas de classe e de gênero transfiguradas pela ordenação artística, sem incorrer porém em analogias mecânicas ou no esquematismo que procura o reflexo da sociedade na arte.
Clark analisa pinturas impressionistas, especialmente obras de Édouard Manet (1832-83), como Déjeuner sur l'herbe, Le chemin de fer e Un bar aux Folies-Bergère, recuperando as marcas das relações sociais que impregnam o espaço pictórico das obras.
Na apresentação do livro, o crítico Sérgio Miceli define a riqueza e a inovação da metodologia crítica do autor: "As lupas de Clark estão sempre garimpando senhas de leitura desdenhadas [...]. A argumentação avança em meio a indícios, pistas e travestimentos, um símile heurístico da investigação policial, traço recorrente dos melhores historiadores da arte. Preocupa-se em deslindar os materiais e procedimentos de confecção das obras, os teores da substância expressiva, até poder lidar com os efeitos estéticos da recepção, por onde se completa a travessia entre a descrição das telas e o movimento histórico".

"Clark [...] escreve com grande verve; sua interpretação de cada pintura é esclarecedora, e ele está imerso na história social do período em pauta" - John Gross, New York Times

"O que torna esse livro único é a maneira como a assimilação dos dados contextuais e a investigação dos detalhes pictóricos são trabalhadas numa linha de raciocínio perfeita" - Charles Harrison, Art Monthly.


Livro - Arte em Detalhes: As Mais Fascinantes Pinturas do Mundo Examinadas e Reveladas





Este livro apresenta informações detalhadas sobre obras-primas relevantes de diferentes lugares e períodos históricos, oferecendo um panorama abrangente da história da arte. Imagens ampliadas destacam pontos surpreendentes e desvendam o contexto da época de cada artista, acompanhadas de interpretações fascinantes, seus significados, simbolismos e sua importância. Inclui apresentação de quadros desde o Renascimento até o Modernismo, da Adoração dos Magos, de Giotto, à Guernica, de Picasso.







Livro - Óleo Sobre Tela, Olhos para a História




Em Óleo Sobre Tela, Olhos para a História, Walter Luiz Carneiro de Mattos Pereira apresenta o resultado de uma rigorosa pesquisa historiográfica Sobre as Exposições Gerais de Belas Artes de 1872 e 1879. Analisando a prática social instaurada por essas exposições promovidas pela antiga Academia Imperial das Belas Artes (AIBA) no século XIX, e examinando como estas organizam a cultura visual através da educação do olhar Sobre a História, o volume descortina as relações entre arte e poder no Império e propõe a construção de uma História da Pintura Histórica.

Com uma presença numerosa nas Exposições Gerais da AIBA de 1872 e 1879, a pintura histórica conferiu a estes eventos uma importância extrema na afirmação simbólica do poder do Império. Em sua pesquisa, o autor defende que a forte presença do Estado não se encontrava apenas na produção das pinturas - mas também na forma expositiva e nos textos dos catálogos das Exposições Gerais, direcionando o olhar do espectador Para uma certa leitura da obra de arte. Sublinha assim, a dimensão política da arte, inserida numa pedagogia da construção do olhar. Ao mesmo tempo, contribui Para renovar a discussão de um campo clássico do estudo da arte brasileira.





Livro - Guia da Pintura





Nas páginas do Guia da Pintura há diversas dicas para aqueles que querem se aventurar pelo segmento artístico, com informações didáticas e criativas que abordem materiais, técnicas, o processo de profissionalização e alguns passos a passos, para colocar em prática todo o que foi aprendido.


MONALISA


A Monalisa



Autor Leonardo da Vinci
Data 1503-1506
Técnica Pintura a óleo sobre madeira de álamo
Dimensões 77 cm × 53 cm
Localização Museu do Louvre



Mona Lisa é uma das mais populares pinturas do artista renascentista Leonardo Da Vinci. Também conhecida como Gioconda, foi retratada por Da Vinci entre os anos de 1503 e 1506. É uma pintura em óleo sobre madeira de álamo.O quadro, no qual foi utilizada a técnica do sfumato - esta técnica consiste em criar gradientes na criação de sombra e luz numa pintura. Leonardo da Vinci é considerado o criador desta técnica - retrata a figura de uma mulher com um sorriso tímido e uma expressão introspectiva.

Em 1516, Leonardo da Vinci levou a obra da Itália para a França, quando foi trabalhar na corte do rei Francisco I, o qual teria comprado o quadro. Depois disso, a obra passou por várias mãos, chegando até mesmo a ser roubada. Napoleão Bonaparte, por exemplo, tomou a obra para si. Em 1911, a obra de arte foi roubada pelo italiano Vincenzo Peruggia, que a levou novamente para a Itália. Peruggia pensava que Napoleão havia tomado o quadro da Itália e levado para a França, assim desejou levar novamente a obra para sua terra natal.

Uma das grandes discussões no meio artístico é sobre a mulher representada no quadro. Muitos historiadores acreditam que o modelo usado no quadro seja a esposa de Francesco del Giocondo, um comerciante de Florença. Outros afirmam que seja Isabel de Aragão, Duquesa de Milão, para a qual da Vinci trabalhou alguns anos. Para Lillian Schwartz, cientista dos Laboratórios Bell, Mona Lisa é um autorretrato de Leonardo da Vinci.

Atualmente, o quadro fica exposto no Museu do Louvre, em Paris, França. Mona Lisa é, quase que certamente, a mais famosa e importante obra de arte da história, sendo avaliada, na década de 1960, em cerca de 100 milhões de dólares americanos, lhe conferindo, também, o título de objeto mais valioso, segundo o Guinness Book. 


Fontes: http://www.brasilescola.com/artes/mona-lisa.htm

http://www.suapesquisa.com/leonardo/mona_lisa.htm

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

NATUREZA MORTA

O que é Natureza Morta?




Natureza Morta refere-se à arte de se pintar, fotografar ou desenhar objetos inanimados, como frutas, louças, instrumentos, flores, porcelanas, livros entre outros.

Esse modelo de representação surgiu na Grécia antiga, mas o termo Natureza Morta só apareceu na Holanda no século XVII.

Com o propósito de mostrar as qualidades das formas, cores, composições e textura a natureza Morte foi retratada por vários artistas como Pablo Picasso, Georges Braque, Vincent Van Gogh, Fernand Léger e Henri Matisse.

Veja Abaixo alguns exemplos de Natureza Morta.


  Van Gogh - Natureza Morta 






Pablo Picasso - Natureza-Morta com Caveira e Três Ouriços-do-Mar






Henri Matisse - Interior Vermelho, Natureza Morta sobre Mesa Azul


Fonte:http://lazer.hsw.uol.com.br/natureza-morta.htm

BORBOLETANDO



Quadro Borboletando


Pintura em Tinta Acrílica
Tamanho: 30x50 (cada)
Ano: 2012
Moldura: Branca
Artista: Elza RT
Valor estimado: R$ 260,00


Contato: josilene.rto@outlook.com

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Semana 22



O que foi a Semana 22?



A semana da arte moderna também chamada de Semana 22 ocorreu no estado de São Paulo em 1922, entre os dias 11 a 17 de fevereiro, no Teatro Municipal de São Paulo.
Apesar de se chamar “semana” o evento durou apenas três dias, sendo que cada dia da semana foi trabalhado um aspecto da cultura: Pintura , Escultura, Poesia , Literatura e Musica. A semana 22 marcou o inicio do modernismo do Brasil se tornando referência cultural do Século XX.
Participaram da Semana grandes nomes da época como Oswald de Andrades, Victor Brecheret, Plínio Salgado, Di Calvacanti entre outros.
A semana 22, de certa forma, foi um movimento de novas ideias e opiniões que visava uma forma livre de expressão, pois naquela época o país passava por algumas dificuldades e turbulências políticas, sociais, econômica e culturas. Sendo assim seu objetivo era renovar o ambiente artístico e cultural da cidade com "a perfeita demonstração do que há em nosso meio em escultura, arquitetura, música e literatura sob o ponto de vista rigorosamente atual", como informava o Correio Paulistano, órgão do partido governista paulista, em 29 de janeiro de 1922.
Na época a mídia reagiu de forma conservadora ao Movimento da Semana da Arte. Apenas o jornal Correio Paulistano que apoiou os lançamentos e criticas da época.


Apesar do movimento hoje ter sido um marco na arte moderna, na época o mesmo não teve grande importância, foi ao decorrer do século que a Semana 22 ganhou valor histórico.